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Caparo T1

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Para quem achava que um Bugatti Veyron, como o automóvel mais rápido e veloz do mundo, tão cedo não teria adversário capaz de batê-lo em desempenho nas ruas e estradas , pode estar enganado. Afinal um motor W16 de 8 litros e 1.001 cv, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 2,5 s, 0 a 200 km/h em 7,3 s e atingir quase 410 km de velocidade máxima são números superlativos que falam por si. Trata-se de desempenho próximo ao de Fórmula 1, um monoposto no topo das várias categorias do automobilismo e feito especificamente para competir em autódromos. Versões de ruas de modelos enquadrados em outras categorias de competição — hoje chamadas de GT — já foram produzidas em quantidades limitadas, mas nenhum capaz de bater o Bugatti, marca do Grupo VW. O que chegou mais perto foi o McLaren F1, um incrível carro esporte de três lugares projetado por Gordon Murray e Peter Stevens com a experiência adquirida na equipe homônima de Fórmula 1. Foram fabricadas apenas 107 unidades nas instalações da McLa...

Secma F16

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Esportivos não precisam ser necessariamente grandes e potentes. A francesa Secma Véhicules comprova isso com o Secma F16. Com apenas 2,75 m de comprimento e 550 kg em ordem de marcha (o bruto é de 658 kg), ele usa o motor 1.6-litro 16V da Renault, mas com potência de apenas 105 cv a 5.750 rpm. A redução na potência certamente se deve a questões de segurança. Um modelo tão pequeno, descoberto e com muita potência seria potencialmente perigoso, especialmente considerando a distribuição de peso bastante irregular. Dos 658 kg de peso bruto, 262 kg estão concentrados no eixo dianteiro e 396 kg no traseiro, onde está o motor. Para garantir o pouco peso, o Secma F16 não tem porta-luvas, regulagem de banco ou de volante. A máxima é de 180 km/h, possivelmente limitada eletronicamente (o site da empresa diz muito pouco sobre o carro), e o F16 chega aos 100 km/h, do 0, em 5,9 s. Opcionalmente, o buguinho urbano oferece portas asa-de-gaivota de lona, para um apelo ainda mais esportivo. Se fosse...

Equus Thundix

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Foi pensando na realidade brasileira que a Equus, pequena indústria de Fortaleza (Ceará) especializada em produzir buggies criou o mais novo jipe brasileiro, tal qual o Troller, o Thundix é um clone do norte americano Jeep Wrangler. Somente seu chassi em aço com perfis em U e a carroceria em fibra de vidro são de fabricação própria. A tarção, o motor e até peças mais simples como maçanetas, faróis, lanternas e retrovisores vem do ferro velho. O retrovisor é de Fiat, pára brisa da Toyoto Bandeirante e os faróis do Ford F-1000. O projeto do pequeno 4x4 prevê o uso de peças recondicionadas de diversos veículos. O motor pode ser do Jeep Willys, Chevrolet S-10, Mitsubishi L-200, Kia Sportage, Suzuki Vitara e até Kombi diesel "Compramos so componentes baratos de veículos com perda total e o resultado é um carro muito mais acessível", gaba-se o proprietário da Equus, o advogado Boehmero Jovino. O modelo padrão tem transmissão e suspensão de Lada Niva. A entrega também é original:...

Triciclo Pompéo

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No Salão de Genebra, a Fiat se esmerou em mostrar como anda desenvolvendo seu próximo subcompacto, o 500. O carrinho tem um site especificamente desenvolvido para ele por meio do qual os internautas podem contribuir em seu nascimento dando palpites do que acham que o Cinquecento deverá ter. Pena é que não há previsão de vendas desse veículo no Brasil. De todo modo, se você sente vontade de contribuir para a criação de um carro urbano que possa comprar no futuro, chegou a sua chance. O Triciclo Pompéo, sobre o qual falamos em fevereiro , acaba de colocar no ar seu site, por meio do qual os internautas poderão ajudar a desenvolvê-lo. Acessando o endereço www.triciclopompeo.com.br, o visitante tem acesso a informações sobre o triciclo, como o andamento do projeto, o público a que ele se destina, participa de enquetes e pode contribuir com sugestões e idéias para que este veículo genuinamente nacional ganhe as ruas brasileiras. Obra de Carlos Eduardo Momblanch da Motta, engenheiro mecâ...

Nishimura Mariella

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Revivendo os tempos do FEI X-3, o esportivo Mariella foi um dos destaques do Salão do Automóvel de 1994. Duas décadas depois de ter apresentado o FEI X-3, que foi o foco das atenções no Salão do Automóvel de 1970, um novo esportivo saído da MecAut dominou os olhares do evento. Era o Nishimura Mariella, um veículo esportivo de verdade, pronto para entrar em linha de produção, projetado pelo professor Oscar Nishimura. O projeto do Mariella previa velocidade máxima de 250 km/h. Para isso, além do motor dianteiro do Fiat Turbo 2.0 i.e. com potência de 123 kW (165 cv) a 5.250 rpm, foi construído com materiais de maior resistência e leveza. A carroceria do veículo foi confeccionada em fibra aramida kevlar)e resina epóxi, o que garantia um alto índice de resistência e pouco peso. A idéia do professor Nishimura ao desenvolver o veículo foi resgatar o conceito de esportividade. Todos os componentes idealizados para o chassi do veículo, em alumínio, tiveram seus modelos fabricados previamente...

San Vito S1

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O Brasil já viu nascerem muitos esportivos nacionais. Infelizmente, a maioria deles morreu tão rápido quanto apareceu. Um dos únicos que resistem é o Lobini H1, ainda apoiado por um forte suporte financeiro que, esperamos, se mantenha e consiga os necessários resultados. A maior parte destes esportivos, entretanto, nasce pela vontade de gente bastante obstinada. Esse é o caso de Vito Simone, um designer aposentado pela Ford que sempre quis construir seu próprio carro. O Salão do Automóvel deste ano se tornou o local de nascimento oficial do veículo, batizado de San Vito S1. O mais novo esportivo nacional, que está exposto no estande da revista “Carro”, foi construído com chassi tubular e traz motor central-traseiro. Tem 3,74 m de comprimento, 1,70 m de largura e 1,15 m de altura, com 2,16 m de entreeixos e apenas 930 kg de peso. O motor que o empurra para a frente é o conhecido VW AP 1.8, animado por um turbo. Com a sobrealimentação, ele chega a 150 cv a 7.000 rpm e só usa álcool. A...

Short EX e GT

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Veloz e atraente, com soluções atualizadas e a tradicional mecânica Volkswagen, novo fora-de-série nacional vem encantando os desportistas. Nem mesmo tem o luxo de um esportivo importado, uma vez que seu projeto inicial previa um carro de corrida. Logo justifica-se que o modelo tenha acabamento espartano. Estamos nos referindo ao esportivo Short EX, Pace-Car da Copa Turismo GNV 2006 na versão GT, uma das atuais propostas de reativação da indústria brasileira de modelos fora-de-série com carroçaria de plástico reforçada com fibra de vidro, a exemplo de grande parte de modelos semelhantes nas décadas de '60 e "70, como o inesquecível Puma. Baixo e curto, (como sua denominação em inglês), o Short EX é o resultado de projeto esportivo iniciado em 1974 pelo acadêmico Fábio Taccari, quando ingressou no Curso de Engenharia Automobilística da FEI, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. Depois de formado, no inicio da década de '80, Taccari começou a dar asas ao seu sonho...