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Rossin-Bertin Vorax

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  O Vorax foge do tradicional padrão fora de série  made in brazil   (soluções improvisadas, motor AP, problemas de acabamento e orçamento apertado). Sua concepção é obra de Fharys Rossin,  um bem-sucedido designer ex-GM que ajudou na elaboração do Camaro atual. Como projetista de um carro próprio, Rossin ganhou a associação de Natalino Bertin Junior, proprietário da importadora Platinuss e milionário desde o berço – é herdeiro de um dos maiores grupos frigoríficos do país. Os números divulgados por Bertin são impressionantes. Segundo ele já foram investidos 30 milhões de reais em três anos. Outros 35 milhões serão necessários até o lançamento do carro no mercado, no primeiro semestre de 2012. Quando isso ocorrer, seu preço deverá ficar na casa dos 700 mil reais – a mesma faixa de Maserati e dos melhores Porsche, e metade do valor médio de uma Lamborghini ou Ferrari no Brasil. Os valores relativos ao projeto são justificados pel...

Lobini H1

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Durante 14 anos, entre 1976 e 1990, o Brasil teve uma florescente indústria de automóveis fora-de-série. Naquele intervalo ficou proibida a importação de veículos. Antes mesmo, a Puma havia alcançado grande sucesso, produzindo 25.000 unidades entre 1968 e 1982 e até exportando. Com a abertura ao exterior, os mais de 20 fabricantes de esportivos nacionais, mesmo protegidos por impostos altos, não resistiram e fecharam as portas um a um. Isso não impediu que, agora, os empresários José Orlando Lobo e Fábio Birolini resgatassem a imagem de criatividade e ousadia dos desenhistas brasileiros e lançassem o Lobini H1, um roadster compacto, de 3,72 m de comprimento e apenas 1,18 m de altura. Foi um projeto longamente maturado, ao longo de oito anos, até a entrega do primeiro carro, em julho de 2005, ao preço de R$ 157.000,00. Os concorrentes importados são pelo menos 50% mais caros. A inspiração do modelo, sem rodeios, foi o Lotus Elise por se tratar de um esportivo inglês de verdadeira e...

Mastretta MXT

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O Salão de Londres, não reserva apenas lançamentos europeus. Uma das grandes surpresas é o MXT, esportivo compacto projetado pela Mastretta, estúdio de design fundado em 1987 no México, país sem tradição na produção de carros esportivos. O veículo segue uma receita apreciada pelos fãs de carros nervosos, especialmente os ingleses: carroceria leve – com apenas 900 quilos – e compacta para apenas dois passageiros e tração traseira. O chassi é construído em alumínio e os freios possuem sistema anti-travamento (ABS). O motor adotado no carro é o 2.0 Duratec, originalmente fabricado pela Ford. Dotado de turbo compressor, o propulsor gera mais de 200 cv de potência e acelera de 0 a 100 km/h em menos de cinco segundos, de acordo com informações da Mastretta. Ainda segundo a fabricante, o MXT atinge a velocidade máxima de 230 km/h. Apesar de ainda não estar completamente finalizado, o esportivo deve ser comercializado a partir de janeiro de 2009. A princípio, apenas 80 unidades devem ser ...

Madom R/T

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A construção do Madom foi realizada em Santa Cruz do Sul e contou com a colaboração dos desenhistas espanhóis Oscar Ortiz, da Audi, e Sérgio Delafuente, da Airbus, responsáveis pelo design do protótipo. A primeira fase dos trabalhos, que envolveu a construção do protótipo, foi desenvolvida nos laboratórios de engenharia da universidade. A empresa Philip Morris cedeu gratuitamente um espaço em seu prédio para a montagem do veículo. Todo o processo teve o acompanhamento de professores e estudantes da Unisc, especialmente o coordenador do curso de Engenharia Mecânica, professor Jorge Marques, e os estudantes Julio Cesar Frantz e Roberto Diehl Bernardi, que atuaram desde o início até a conclusão da unidade. pós o lançamento, o piloto Maurício Domingues fez uma volta de apresentação no anel viário da Unisc, seguindo para o Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul, onde o novo carro foi testado. MADOM - A primeira unidade do carro apresenta as mesmas características externas do protót...

Coggiola T-Rex

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O estúdio italiano de design Coggiola tentou "reinventar" o jipão americano Hummer. A proposta era tirar o jeito militar do Hummer e deixá-lo com aspecto mais moderno. Paradoxalmente, este objetivo levou a empresa a criar um sport utility-conceito com inspiração na era mesozóica: o Coggiola T-Rex. O modelo foi apresentado no Salão de Genebra, em março de 2000, e chama a atenção principalmente pelo tamanho imponente, digno do porte do dinossauro Tiranossauro Rex. O Coggiola T-Rex tem avantajados 5,35 m de comprimento, 2,27 m de largura e 2,21 m de altura - 66 cm maior, 6 cm mais largo e 31 cm mais alto que o já megalômano Hummer maior, por exemplo, que a F-250. Para conseguir este tamanho descomunal, os engenheiros da empresa italiana alongaram o chassi do Hummer, mas mantiveram o entre-eixos de 3,30 m. O porte do T-Rex é um pouco amenizado pelo desenho de linhas bem arredondadas. O visual segue um aspecto "clean", já que com o porte de brutamonte não é necessário ...