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Novo Puma GT

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A Puma Automóveis revelou as projeções do novo GT Lumimari já com os traços definitivos do modelo. As novas imagens mostram um pouco mais do modelo desenhado pelo brasileiro Du Oliveira. Com quase todas unidades vendidas das 10 fabricadas, a máquina vem com um motor aspirado 2.4, de quatro cilindros, com 180 cv de potência e custa R$ 150 mil. O modelo possui 25 kgfm de torque a 2.800 rpm, cãmbio manual de seis marchas e tração traseira.    A marca brasileira Puma Automóveis anunciou em 2014 a sua volta ao mercado. O modelo que marca o retorno, o GT Lumimari tem um sistema de injeção ligado a uma central multimídia com cinco configurações de motor, atuando na comunicação com os freios ABS e airbags, repassando informações para o motorista. O esportivo foi batizado assim para homenagear o primeiro nome da empresa: Lumimari, uma junção das iniciais dos seus sócios (Luis Roberto Alves da Costa, Milton Masteguin, Mario Cesar Camargo Filho e Rino Malzoni). Como o P...

Vinci GT

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Criado pelo Museu do Automóvel da Maia e pelo Centro para a Excelência e Inovação da Indústria Automóvel, o design é inspirado nos automóveis de corrida dos anos 60 e 70 e tem um motor V6 que debita 350 cv e 400 cv. Serão fabricadas 50 unidades, que se espera, estarem disponíveis dentro de 2 anos. Preço? 180.000 a 300.000 Euros! “Veni, vidi, vinci”(vim, vi e venci), a célebre frase de Júlio César bem poderia ser o lema da nova marca portuguesa de automóveis desportivos, cujo primeiro modelo, o vinci GT, resulta de um projecto inteiramente desenvolvido em Portugal pelo Auto Museu da Maia, em parceria com o CEIIA (Centro para a excelência e inovação na indústria automóvel). Apresentado há dois anos, como um “concept-car”, o primeiro exemplar funcional do novo automóvel foi apresentado no Porto, no âmbito dos eventos associados ao Circuito da Boavista. Trata-se de um coupé inspirado nos míticos desportivos dos anos 60 e 70, como o Ferrari 250 GTO e, também nos mais re...

Rossin-Bertin Vorax

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  O Vorax foge do tradicional padrão fora de série  made in brazil   (soluções improvisadas, motor AP, problemas de acabamento e orçamento apertado). Sua concepção é obra de Fharys Rossin,  um bem-sucedido designer ex-GM que ajudou na elaboração do Camaro atual. Como projetista de um carro próprio, Rossin ganhou a associação de Natalino Bertin Junior, proprietário da importadora Platinuss e milionário desde o berço – é herdeiro de um dos maiores grupos frigoríficos do país. Os números divulgados por Bertin são impressionantes. Segundo ele já foram investidos 30 milhões de reais em três anos. Outros 35 milhões serão necessários até o lançamento do carro no mercado, no primeiro semestre de 2012. Quando isso ocorrer, seu preço deverá ficar na casa dos 700 mil reais – a mesma faixa de Maserati e dos melhores Porsche, e metade do valor médio de uma Lamborghini ou Ferrari no Brasil. Os valores relativos ao projeto são justificados pel...

Lobini H1

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Durante 14 anos, entre 1976 e 1990, o Brasil teve uma florescente indústria de automóveis fora-de-série. Naquele intervalo ficou proibida a importação de veículos. Antes mesmo, a Puma havia alcançado grande sucesso, produzindo 25.000 unidades entre 1968 e 1982 e até exportando. Com a abertura ao exterior, os mais de 20 fabricantes de esportivos nacionais, mesmo protegidos por impostos altos, não resistiram e fecharam as portas um a um. Isso não impediu que, agora, os empresários José Orlando Lobo e Fábio Birolini resgatassem a imagem de criatividade e ousadia dos desenhistas brasileiros e lançassem o Lobini H1, um roadster compacto, de 3,72 m de comprimento e apenas 1,18 m de altura. Foi um projeto longamente maturado, ao longo de oito anos, até a entrega do primeiro carro, em julho de 2005, ao preço de R$ 157.000,00. Os concorrentes importados são pelo menos 50% mais caros. A inspiração do modelo, sem rodeios, foi o Lotus Elise por se tratar de um esportivo inglês de verdadeira e...

Mastretta MXT

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O Salão de Londres, não reserva apenas lançamentos europeus. Uma das grandes surpresas é o MXT, esportivo compacto projetado pela Mastretta, estúdio de design fundado em 1987 no México, país sem tradição na produção de carros esportivos. O veículo segue uma receita apreciada pelos fãs de carros nervosos, especialmente os ingleses: carroceria leve – com apenas 900 quilos – e compacta para apenas dois passageiros e tração traseira. O chassi é construído em alumínio e os freios possuem sistema anti-travamento (ABS). O motor adotado no carro é o 2.0 Duratec, originalmente fabricado pela Ford. Dotado de turbo compressor, o propulsor gera mais de 200 cv de potência e acelera de 0 a 100 km/h em menos de cinco segundos, de acordo com informações da Mastretta. Ainda segundo a fabricante, o MXT atinge a velocidade máxima de 230 km/h. Apesar de ainda não estar completamente finalizado, o esportivo deve ser comercializado a partir de janeiro de 2009. A princípio, apenas 80 unidades devem ser ...